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Archive for the ‘Filmes’ Category

O leigo e o filme: Avatar

Atenção Creuzeback, meu filho, vamos lá que vai começar a baixaria

[música recomendada para ler o primeiro parágrafo: Eye of The Tiger]

Claro que se eu não falasse mal de alguma coisa, não ia ser eu. Pois bem, só pra deixar claro assisti o filme dublado e no IMAX daqui de Curitiba. Não conseguimos pegar o legendado, por que as antas nem pensaram em comprar ingresso antes, fomos comprar não tinha mais pra semana inteira. Enfim, acabei acostumando com a dublagem e nem doeu tanto quanto pensei. Já a tela. Meu deus, gigantesca, ia ser ótimo se não fosse um pequeno problema… A PORRA DA INCLINAÇÃO DAS CADEIRAS. Acho que muita gente já falou isso do IMAX de São Paulo e provavelmente do daqui também, mas não custa nada falar de novo. A tela é gigante, mas as poltronas parecem as de um cinema normal, ou seja, não dá pra aproveitar a tela inteira, por que na parte mais embaixo, em vez de você ver a tela você fica vendo a cabeça das pessoinhas. EPIC FAIL. Fora que pensamos também que a distância da tela para as poltronas podia ser maior, coitado de quem sentou mais embaixo deve ter sofrido. Se eu quisesse ver alguma coisa de perto assim era só colar a cara num aquário, porra.

Falemos do filme agora. James Cameron conseguiu produzir um filme lindo, excepcionalmente lindo. Ele se preocupou com cada detalhe mesmo ao construir toda a mitologia para Pandora. Vale a pena ir ver em 3D no cinema só por causa disso, se você tava desacreditado quando falam que o filme é revolucionário, acredite, ele é. As coisas realmente impressionam, se sua cabeça não explodir é por que você ou realmente é muito cult, ou então você é míope e o óculos do 3D não funciona contigo.

Agora a história realmente é batida. Clichêzinho básico, do cara que se infiltra nos inimigos e acaba passando pro lado deles. Mas nem vou xingar igual fiz com 2012 pois entendo que depois do dinheiro e tempo gastos pra poder fazer tudo, o James Cameron não podia exagerar demais na história, tinha que fazer o pipocão mesmo pra agradar todo mundo e gerar o maior lucro possível. E claro, os clichês vistos no filme podem ser relevados, pois realmente é tanta informação nas imagens e ação no filme que ficar se preocupando com isso ia estragar o momento.

Dissecar agora a questão do filme ser dublado. Primeiro falar que as pessoas que assistem filmes dublados normalmente dando a desculpa que é para ficar prestando atenção no filme e não ficar lendo merecem morrer. Pega por exemplo Bastardos Inglórios. Tenta assistir aquilo ali dublado. COMOFAS? Não faz né. Agora, com Avatar, realmente é muita coisa pra ficar prestando atenção, ainda mais em IMAX, então não ter que ficar lendo as coisas foi bom até. Só que é aquilo né. Como muita gente que só assiste filme legendado, eu entendo bem eles falando em inglês, então não ia fazer diferença nenhuma ler legendas. Mas nas partes que os Na’vi falam a língua deles e aparecem as legendas, eu pensei que elas realmente podiam atrapalhar um pouco quem não souber inglês.

Então, saldo geral: apesar do roteiro não ser excepcional, o filme diverte muito! Fora que ver em 3D é muito legal. E na “Escala Michael Bay de Avaliação de Filmes” (que vai de 0 a 10, mais perto do 0 mais diferente é o filme dum filme do Michael Bay, portanto, filme bom. Mais perto de 10 mais parecido com um filme do Michael Bay, portanto, filme ruim) ia levar um 1, ou 2. E thumbs up do Optimus.

Coisas que não gostamos do filme:

- Gritinho de odalisca

- Aquela coisa nojenta de ligar o cabelo

- O Jake igual um Power Ranger vermelho. Foi só conseguir um brinquedinho maior (o passáro voador lá) que todo mundo bota moral

- A “Ana Lucia” aparecer pouco

- Rituais bizarros

Coisas que gostamos do filme:

- Floresta que brilha no escuro

- Animalzinho igual um girocóptero

- O militar chefão lá ter a mesma cara do Sgt. Guile de Street Fighter

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O leigo e o filme: 2012

Esse vídeo que eu roubei do Sedentário fala exatamente o que eu achei de 2012. “Fuja do roteiro, fuja do personagem. Você só quer um pouco de DESASTRE!!! Desastre de avião. Desastre de trem. Desastre de uma cidade inteira. Desastre de marco histórico. Você pode aguentar toda essa destruição?… Mas tem mais!!!!! Construção rolando? Por que não! Corcovadoooh-não!!! Naves espaciais? Yay, naves espaciais! Bentley voador? Tudo é possível!!! Avião Jumbo surfando? Pode acontecer! Presidente negro?!? Isso é ridículo!!”

O filme inteiro se sustenta em clichês. Não em meros clichês, em todos os clichês possíveis do cinema hollywodiano. E MAIS DE UMA VEZ. A cena do avião caindo e depois subindo? Umas 3 vezes. Eles voando com o carro? No mínimo 4. Terra se abrindo enquanto eles correm? Perdi a conta! O filme só é bonito, com as cenas de destruição muito bem feitas. Fora isso, desde o começo você sabe que o mocinho não vai morrer, afinal, ele NUNCA morre. E também foda-se o que está acontecendo no resto do mundo! O que importa são eles e o que se passa nos EUA. Enquanto eu elogiei Bastardos e Distrito 9 justamente por eles terem fugido do lugar comum do inglês/EUA, 2012 é o filme pipocão clássico, tirando a parte que eles vão pra China e algumas cenas espalhadas de destruição em outros países.

E só pra citar mais algumas coisas que você tem certeza que já viu em algum outro filme, tem o filho que não gosta do pai, os pais separados, o maluco que sabe mais que todo mundo, o presidente se sacrificando, o “malvado” no poder, as milhaaares de cenas que eles tentam fazer um suspensezinho como se o protagonista tivesse morrido, mas “oh meldeeeels, ele ta vivo!”. Como eu comentei com alguns outro dia, This Is It, do Michael Jackson é um filme bom justamente por isso, foge desse clichê afinal, o mocinho morre no final!

Conclusão: 2012 é um filme BOSTA SIM. Pode reclamar, chorar, resmungar o quanto quiser, pois o filme é ruim e no fundo todos nós sabemos disso, pra mim só valeu a diversão por que fui assistir com amigos e cada cena era uma piadinha.

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O leigo e o filme: Besouro

Antes de tudo, levanto da cadeira e bato palmas de pé para quem teve a idéia de fazer Besouro. Um filme nacional que finalmente foge daquele esquema favela/polícia/comédia da Globo. Depois eu deito e durmo. Sem brincadeira, eu fui ao cinema confiante, feliz, achando que ia assistir um filme legal e tudo mais, mas no fim não foi bem isso que vi.

Vamo lá, Besouro era pra ser um filme sobre um capoeirista, passado no Recôncavo Baiano, menos de 40 anos depois da Princesa Isabel, que se amarra num negão, ter fumado um baseado e abolido a escravidão (por Raul Seixas). A qualidade da fotografia do fime é inquestionável. Linda. Paisagens maravilhosas e cenas excelentes. Fora as roupas que também são muito boas.

Mas imagens e um bom armário não fazem um bom filme. O filme peca em vários sentidos. Primeiro que o protagonista do filme aparece pouquissimo. Depois, os atores contratados foram provavelmente capoeiristas que sabiam atuar e não atores que sabiam lutar capoeira, portanto, atuações muitas vezes ruinzinhas. A base do filme, de mostrar uma parte da nossa cultura, a capoeira e fazer um filme em cima dela é interessante. Mas o jeito que o filme foi executado podia ter sido melhor. E olha, o filme é muito louco. Quando eu falo que não tem linearidade nenhuma, é nenhuma MESMO. Cenas inseridas sem propósito nenhum, o filme literalmente se arrasta durante sei lá quantos minutos, que pra mim foram uma eternidade. Pra mim e pras outras 5 pessoas que estavam na sala do cinema, que eu percebi que também estavam desconfortáveis e rezando para o filme acabar. E nem venham reclamar que eu é que não entendo o filme e jogar na minha cara que eu gosto é de filme pipocão mastigado (Michael Bay, cof cof) por que eu amo filmes loucos e não lineares, como Amnésia (Memento).

Quem vai ao cinema esperando pancadaria de Capoeira vai se decepcionar, pois são poucas as cenas de luta. Quem vai ao cinema esperando ver o Besouro voar, também vai se decepcionar, pois Besouro está para protagonista do filme assim como Bahuan estava para protagonista de Caminho das Índias. E quem vai ao cinema esperando pelo menos um filme decente, com um roteiro decente, também vai se decepcionar, pois o filme mais parece um documentário com estética de curta metragem feito pro Discovery Channel falando sobre Capoeira e os Orixás.

Ou seja, fique em casa que você ganha mais.

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O leigo e o filme: Distrito 9

Antes de falar sobre o filme vou explicar o motivo do título do post ser O Leigo e O Filme. Já fiz vários reviews de vários filmes aqui, e o que muda é só o título mesmo, o jeito que eu vou escrever e analisar vai ser o mesmo. Mas justamente sobre esse jeito que remete o título. Eu não fiz artes cênicas, eu não estudei história da arte, eu não sou o maior conhecedor de filmes que já existiu. Eu sou exatamente igual a maioria das pessoas que leem aqui, um leigo. E nada melhor do que ler uma análise de uma pessoa igual a você e não daqueles críticos bizarros.

O filme produzido pelo Chewbacca barbudo do Peter Jackson e dirigido por Neil Nlomkamp (who?) é um filme de ficção -científica, que tenta parecer um documentário do Discovery Channel (no caso tá mais pro Animal Planet) sem usar de nenhum ator conhecido e consegue chegar no final como um bom filme, sem motivo pra sair vibrando e pulando de excitação do cinema. E todo mundo já deve ter lido que ele foi caro pra caralho, que teve uma puta ação viral e tal, nem vou comentar disso.

Uma coisa que eu achei muito legal no começo, que bate com Bastardos Inglórios, é que em ambos os filmes acabou essa putaria de tudo acontecer nos EUA (no caso de Bastardos todos falarem inglês). Como o próprio filme fala no início, os aliens podiam ter parado em Nova York, em Washington, em Chicago, mas não, eles pararam em Joanesburgo. E de alguma coisa não estar acontecendo nos EUA já é uma vitória incrível. Todo mundo já cansou de ver Nova York destruída, que bom que perceberam isso.

A narrativa do começo do filme é muito legal. O filme não é sobre como os aliens chegaram na terra e queriam ver nosso líder. O filme faz um documentário explicando que eles chegaram aqui há 20 anos, vivem numa porqueira num gueto em Joanesburgo, tem a ONU de mentirinha, a MNU (que eles tiveram cuidado em construir até, por que fizeram até umas agências secundárias aparecer no filme, bem ONU mesmo). E um caso a parte é que eu devo ser a única pessoa que gosto de Cloverfield, camêra na mão e tal. Distrito é no mesmo esquema, mas no caso o câmera é profissional e tal. Bem legal.

Então, depois da metade do filme a narrativa muda e foca no personagem principal que eu achei que ia ser só um secundário. A história não deixa de ser interessante, mas para de focar nos aliens (sem deixá-los de lado, óbviamente) e a focar nesse cara. Consegui perceber várias coisas que ficaram meio esquisitas, tipo, que coisa oportuna era o robô estar lá naquela hora, ou ainda, se ele é feito pra um alien, como ele encaixa direitinho la dentro, ou então por que numa das cenas finais só mostram esse cara e o alien “amiguinho” dele, cade o resto dos etês? São coisas que não chegam a estragar o filme mas como bom nerd percebi e fiquei tipo, mé.

Outra coisa, me xinguem o quanto quiser por que não paro de falar mal do Michael Bay, mas Distrito 9 é um sci-fi, rola porrada, rola tiro e tal, mas as coisas NÃO EXPLODEM. Vai, até explodem, mas contidas, não exageradas como no Transformers 2, putaquelospariu.

O que conseguiu realmente estragar o filme foi o cinema. Sei lá qual a relação do Cineplex com o Cinemark, se são da mesma rede, ou mesmo dono, mas que papelão em? O FILME INTEIRO em algumas cenas ficava um estalo dos infernos que não tinha nada a ver com a música do filme. Foi tenso, muito tenso. Além disso colocaram o filme pra passar numa das piores salas do cinema, com a tela minúscula, enquanto algum filme de criança pentelha tava passando na tela grande.

As considerações finais, o filme é bom. Não é excelente. Os nerd devem gostar. Os não nerds provavelmente também. Não é excpecional, mas vale a pena assistir. Nem que seja pra ver a perfeição dos efeitos na criacão dos camarões.

PS: Mais um pra lista dos filmes com 1+ mês de atraso na estréia aqui

Bastardos Inglórios

Que Quentin Tarantino nunca foi muito bom da cabeça isso é fato e todos sabemos. E que ele tem uma capacidade incrível de fazer ótimos filmes (com uma cagadinha aqui, outra acolá) também.

Fui assistir Bastardos sexta passada. Ao sair do cinema, feliz com o que tinha visto, ouvi vários comentários das outras pessoas que estavam no cinema, reclamando, falando que não tinham gostado, que acharam “mé”, que esperavam mais e vários outros comentários decepcionados.

Não os culpo. Afinal os trailers passavam a impressão de ser um filme de guerra, mas com porradaria, gente se matando, sangue voando pra todo lado, morte, morte, morte, golpes ninja, explosões e tudo mais. Se você vai ao cinema esperando ver um filme assim, releia o nome do diretor, Tarantino e não Michael Bay. Claro, tem sim porrada, tem sim explosão, tem sim morte, mas na medida certa.

O que eu achei de Bastardos Inglórios é que ele é um filme completamente focado nos diálogos. E cada pusta diálogo. Logo no início conhecemos Hans Landa, coronel da SS na França em busca por judeus. Ele é interpretado por Christopher Waltz, que faz um EXCELENTE trabalho, roubando, e muito, a cena de Brad Pitt, que era pra ser o protagonista.

Claro, o filme não foca em um personagem apenas, pula da Shosanna para os Bastardos, para Landa, pro Zoller  e volta pra Shosanna. E o tempo todo rolando um diálogo melhor que o outro. Senti sim um pouco de falta de maior explicação sobre os Bastardos e que eles apareceram pouco num filme que era para ser sobre eles, mas isso não estraga o filme em nada.

As cenas mais memoráveis são com certeza, a que abre o filme, depois a conversa no bar, e no final o Brad Pitt no cinema tentando falar italiano, que é impagável.

Uma coisa que me impressionou no filme é que ele passa grande parte sendo falado em alemão e em francês. Mas não são só algumas partes, é praticamente o filme inteiro, o que é muito estranho já que americano odeia ler legenda, mas é mais que certo já que se você tá fazendo um filme na França com os nazistas nada mais normal que eles falarem alemão e francês. Diferente de muitos filmes americanos que acontecem na CHINA e os putos dos personagens tão falando em inglês, vápapqp.

Então no geral gostei bastante do filme, meio sem noção do jeito que é para ser um filme do Tarantino, que com certeza vai agradar a muitos, mas vai desagradar a muitos mais. Aqueles que vão ao cinema esperando um filme MASSA VÉIO, desista.

Termino o post aqui com o curta Tarantino’s Mind, com o Seu Jorge e o Selton Mello. (que eu já tinha postado laaaa atrás)

Avatar Day

Todo nerd que se preza sabe que amanhã é o Avatar Day (do James Cameron, não do desenho da Nick).

E como nerd que sou, agora com blog, vou postar aqui o Teaser Trailer Internacional Oficial liberado hoje. Amanhã, a hora que cair na net, coloco os 15 minutos de filme.

PS: Se não for assistir em HD, nem assista.

The Imaginarium of Doctor Parnassus

O último filme de Heth Ledger (Why So Serious?) não foi Batman: O Cavaleiro das Trevas. Ele já havia começado a gravação do filme de fantasia The Imaginarium of Doctor Parnassus quando faleceu no meio das gravações. A produção do filme parou por um tempo até chamarem Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrel para substituirem Ledge no filme.

Por ser um filme bem fantasioso acredito que os roteiristas deram um jeito de inserir no filme alguma historinha falando por que o personagem se “transforma”.

O filme tem tudo para fazer sucesso, pois tem o nome de três atores de peso pra estampar nos cartazes, além de poder falar “com o vencedor do prêmio da Academia, Heth Ledger” por causa do Oscar póstumo recebido pelo ator. E além disso o trailer é bem divertidinho, recomendo assistir em HD.

O filme está avaliado com a nota 9.5 no IMDB e já foi exibido nos festivais de Cannes, na França e Munique, na Alemanha.

Os Normais 2

Os Normais é/foi uma das melhores séries de comédia da Globo. Muita gente (inclusive eu) reclama deles terem parado na terceira temporada, com o filme. Mas acho que foi até bom eles pararem senão ia rolar um desgaste do formato do programa que nem aconteceu com Sai de Baixo.

Mas agora eles estão de volta com seu segundo longa metragem. E muitos acreditam que o seriado vai retornar as telinhas também.

Aqui um trailer PROIBIDÃO do filme:

O filme estréia em todo o Brasil dia 28 de agosto.

CategoriasFilmes, Legal, Vídeos, eu ri

Dica de música e de filme

Fiquei sabendo da existência dessa banda, Arcade Fire, por causa do filme “Where The Wild Things Are” ou na tradução para o português, “Onde Vivem Os Monstros”, livro infantil escrito e ilustrado por Maurice Sendak que está sendo adaptado para as telonas pelo diretor de “Quero Ser John Malkovich”, Spike Jonze.

O filme está ao lado de Avatar (do James Cameron) como o mais esperado, pra mim, para o ano que vem.

O trailer:

E então, por fazer parte da trilha sonora do filme e do trailer, baixei e gostei das músicas do The Arcade Fire, uma banda indie, do Canadá cuja formação atual foi feita em 2003 (valeu ae wikipedia).

A música, Wake Up, do cd deles, Funeral:

Transformers 2

Contrariando as minhas próprias expectativas, fui ver Transformers 2 no cinema. Mesmo depois de todas as críticas, reviews negativos e péssimas notas dadas por vários sites.

No melhor estilo Michael Bay é um filme pipocão. Com explosões a rodo, até em horas que elas não precisavam ocorrer, tão ali só pra alegrar a galera massa véio. E tinha hora que eu ficava meio tonto, de tanto que aquela câmera rodava, putaquepareu. Sabe quando tem um elemento fixo na cena e aí a câmera fica rodando em volta dele pra pegar todos os ângulos? Então, não lembro quantas vezes foram, mas foram muitas, desnecessárias.

Mas o filme diverte. É legal ver os robôs gigantes se comendo batendo. Algumas lutinhas tão bem legais e melhores de se ver do que no primeiro filme. Mas uma coisa que me incomodou foi que na primeira parte do filme, toda vez que um robô se transformava além de demorar meia hora, mostrando dos pés a cabeça do bicho, todas as partes dele se encaixando e tal, ainda rolava uma musiquinha dramática. TODA vez. Foram pelo menos com uns cinco robôs diferentes.

E outra crítica é que inseriram mais uns 5 bichos do lado dos Autobots e mais outros tantos do lado dos Decepticons. E você não sabe quem é quem. Os únicos que aparecem mesmo é o Megatron, Fallen, Optimus, Bumblebee e os Gêmeos. Fora esses, os outros tão ali só pra encher linguiça e soltar uns foguetes.

A história do filme é meio déjà vú. Sam correndo pra todo lado, se cagando, dando uma de bostão, e os Decepticons correndo atrás dele. Depois é ele correndo com um artefato na mão, protegendo, pra entregar pro Optimus. Além disso no final, acontece EXATAMENTE igual no primeiro filme. A espera dos soldados que estão lutando no chão pelos caças. Só que pior executado dessa vez.

E eu juro que eles reaproveitaram o cenário do começo do primeiro filme, onde os soldados tão lá no meio do deserto, no final desse segundo filme, onde os soldados tão lá no meio do deserto!

Até as casinhas quebradas são as mesmas!!!

Vale a pena ver o filme? Vale, mas só se você for ao cinema já esperando um filme abaixo da média e pior que o primeiro.

E segue aqui o link pra melhor resenha que eu li sobre o filme até agora. (vi no Meio Bit)